Porto Monumental​

Neste programa, levámo-lo a conhecer e a descobrir os principais espaços monumentais, as suas histórias e factos relevantes, transportando- o à essência e monumentalidade de uma cidade com mais de 900 anos – a cidade do Porto.

Acompanhado por guia, inclui almoço e entradas nos monumentos a visitar. Um programa com o selo de qualidade da Portugal Themathic Tours.

Iniciamos nosso programa com a visita à Igreja dos Carmelitas, ou Igreja dos (Frades) Carmelitas Descalços, de estilo Barroco austero, começou a ser construída em 1616, tendo ficado concluída em 1628. 

Igreja do Carmo, ou Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, foi construída mais tarde, entre 1756 e 1768. De estilo rococó, foi projectada pelo José Figueiredo Seixas. A fachada lateral da igreja está revestida por um painel de azulejos, representando a aparição de Virgem Maria a São Simão Stock. Foram desenhados por Silvestre Silvestri e pintados por Carlos Branco em 1912, 144 anos depois da construção da igreja.

Entre esta duas igrejas vamos visitar a casa mais estreita do Porto e provavelmente de Portugal e concorre com várias casas estreitas pelo mundo. A casa escondida.

Seguimos a nossa visita e encontramos o ex-libris da cidade, a Igreja e Torre dos Clérigos (século XVIII).

Integra três elementos principais: a Igreja dos Clérigos, a Torre dos Clérigos e a Casa da Irmandade, que liga a igreja e a torre e em tempos acolheu os outros serviços da Irmandade dos Clérigos. Projetado pelo arquiteto Nicolau Nasoni, este conjunto é um dos mais notáveis exemplos do estilo tardo-barroco em território português e encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910. 

Nasoni foi enterrado nesta igreja, na qual empenhou muito tempo e dedicação, tendo sido revelada, na ampla reabilitação realizada recentemente, uma cripta onde poderá encontrar-se a sua sepultura. 

Após o almoço, continuamos o nosso programa com a visita à Estação Ferroviária de Porto – São Bento, igualmente denominada de Estação de São Bento, e originalmente como Estação Central do Porto– A estação afirmou-se como um dos principais monumentos na cidade, sendo especialmente célebre pelos seus painéis de azulejo.

 

Seguimos em direção à Catedral do Porto, tal como a primeira cintura de muralhas da cidade, nasceu no século XII por iniciativa do seu primeiro bispo, D. Hugo. O templo também é conhecido como igreja de Santa Maria do Porto, de Nossa Senhora do Porto da Eterna Salvação ou de Nossa Senhora da Vandoma – o que atesta bem a importância que nela tem o culto mariano.

O edifício atingiu a sua atual volumetria no século XIII e, no século seguinte, foi-lhe acrescentado o claustro, construído em estilo gótico, tal como o túmulo do cavaleiro João Gordo na capela de São João Evangelista. 

Ainda no século XIV, no dia 14 de fevereiro de 1387, os reis D. João I e D. Filipa de Lencastre casaram-se na Catedral do Porto, tendo as gentes do Porto vestido as melhores roupas e a cidade sido coberta de flores e ervas de bons cheiros para a festa de comemoração.

Mais tarde, nos séculos XVII e XVIII, o aspeto exterior e interior da catedral foi alterado pelo gosto barroco. Data desse período a transformação do portal (que ainda conserva a rosácea medieval), da fachada norte e de vários outros locais, como a capela-mor e a capela do Santíssimo Sacramento, que desde então alberga um grandioso retábulo de prata, executado por ourives portuenses.

Diversos retábulos e capelas materializam o culto mariano sob diferentes títulos, como Nossa Senhora do Presépio, Nossa Senhora da Silva, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Esperança, Nossa Senhora da Expectação, Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora da Vandoma – sendo esta última a mais importante, enquanto patrona da cidade e inscrita no brasão municipal desde o século XVI. 

Faz parte deste conjunto arquitetónico o grandioso edifício do Paço Episcopal, cuja construção remonta também ao século XII. 

Finalizamos o nosso programa com a visita ao museu de arte sacra, um local de extraordinária beleza que nos permite ter uma ideia precisa da presença jesuíta na cidade do Porto. 

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